Entrevista a Miguel Rasquinho, candidato do PS à CM Monforte

A sua visão de futuro para o Concelho de Monforte?

Gostaria que o Concelho de Monforte fosse uma terra de oportunidades, de progresso e de desenvolvimento; onde o turismo fosse constante e as pessoas gostassem de visitar e ficar desde logo com visita marcada para voltar; onde a qualidade de vida fosse a nossa maior oferta; que fosse uma terra branca, limpa, de alma alentejana, amiga do ambiente e atractiva para investir; onde os nossos filhos e netos que vivem longe, quisessem voltar frequentemente; um Concelho que desse oportunidade aos seus jovens para aqui ficarem e constituir família; que desse qualidade de vida aos seus idosos; Quero para a nossa terra a sua ALMA ALENTEJANA, para que todos possamos dizer: Eu quero e gosto de viver aqui!

Quais são as linhas orientadoras do seu programa?

Ao longo desta entrevista ficaram explanadas todas as nossas ideias, planos, projectos e objectivos para o Concelho. Não quero no entanto deixar de destacar algumas das nossas maiores apostas: a preocupação social, a educação, o emprego, o turismo, o ambiente, a juventude, a cultura, o desporto e, principalmente, o amor à nossa terra!

O que mais falta faz ao Concelho?

Sem esquecer muitas outras necessidades do Concelho, aquilo que mais precisamos é de emprego. Quando partimos para o projecto de construção do Lar de St. Aleixo, por exemplo, tínhamos como objectivo principal o apoio social aos mais idosos. No entanto, também a criação de emprego estava nos nossos horizontes para aquela freguesia. St. Aleixo será porventura a freguesia que menos disponibilidade de emprego tem. Enquanto todas as outras possuem este tipo de equipamento ( Assumar, para além de um lar, tem também o Centro de Recuperação de Menores com uma oferta considerável de emprego ), St. Aleixo era consideravelmente deficitária neste aspecto e daí a nossa grande preocupação. Felizmente que o actual executivo mudou de opinião e seguiu o caminho que tínhamos traçado. Também a oferta de bons equipamentos educativos ( escolas ) é para nós essencial. A formação dos nossos filhos, bem como as condições em que a mesma é efectuada, terão sempre em nós uma especial atenção. Daí a nossa preocupação na construção do Centro Escolar.

Como encara o combate eleitoral que se avizinha, tendo em conta os candidatos dos outros partidos?

Acima de tudo, espero que esta disputa eleitoral seja apenas e só isso mesmo, uma partilha de ideias e apresentação de propostas que culminarão por parte da população numa escolha livre e democrática sobre aquilo que querem para o nosso Concelho. Nem contem connosco para disputas pessoais, nem para troca de acusações baixas, falsas e sem qualquer sentido. Temos um projecto e uma equipa que estamos convencidos ser o que melhor serve os interesses de todos e aqui estamos de cabeça erguida para nos apresentarmos. Na minha vida pessoal e também profissional não há ninguém, mas ninguém mesmo, que possa apontar-me qualquer discriminação de tratamento ou dedicação! Sempre fui assim, e sempre continuarei a ser. Comigo e restante equipa, todos serão tratados exactamente da mesma forma e por igual depois de vencermos as eleições. A democracia existe em Portugal há mais de 40 anos e por isso já estamos em condições de distinguir aquilo que é a disputa política da amizade e consideração pessoais. Entendo que todos, mas todos mesmo, os candidatos dos diferentes partidos que concorrem a estas eleições são importantes para o desenvolvimento da nossa terra. Aliás, a grande maioria deles até são familiares entre si! Por isso importa relembrar alguns ( felizmente poucos ) que fazem destas eleições autênticas “guerras de poleiros” que, no dia 2 de Outubro vencedores e perdedores terão que conviver entre si! Até porque, como alguém disse um dia, independentemente de quem vence ou perde eleições “Não é derrotado quem perde mas sim quem desiste de lutar”! Por isso, conto verdadeiramente com todos para nos ajudarem na tarefa de desenvolver o nosso Concelho a partir do dia 2 de Outubro!

Como é o cidadão Miguel Rasquinho?

Quem me conhece bem sabe que, na minha opinião, nós próprios somos os piores avaliadores da nossa personalidade. Por isso deixo à consideração de cada um definirem aquilo que sou. Acima de tudo, e não fazendo de forma direta essa análise, é muito fácil dizer o que sou enquanto natural e residente do Concelho de Monforte; e não há ninguém que duvide disto: Adoro a minha terra e vivo aqui por opção própria! Já poderia ter mudado de residência e de local de trabalho como outros fizeram. Não condeno, nem critico! Apesar de provavelmente até estar a desperdiçar outras oportunidades de vida, eu escolhi lutar por esta terra e ficar aqui! Onde os meus pais nasceram e vivem, onde eu nasci e resido, onde os meus filhos nasceram e residem!

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